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	<title>Toques de iPod &#187; Aplicativos</title>
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	<description>resenhas e dicas para iPod touch (e iPhone também)</description>
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		<title>O que é &#039;MAC address&#039;</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 01:08:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joaocp</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O que é um endereço MAC, necessário para o cadastro de roteadores na Skyhook a fim de habilitar os Serviços de Localização do iPod touch. / What's a MAC address, required to register a wireless router in Skyhook's website, in order to enable Location Services on an iPod touch. In Portuguese.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>(Atualizado em 3 de junho de 2010 devido à descontinuação do programa utilizado como exemplo.)</em></p>
<p>Se você leu <a href="http://toquesdeipod.com.br/2010/01/06/o-que-sao-servicos-de-localizacao/" target="_blank">meu post sobre Serviços de Localização</a> e desistiu de cadastrar o roteador na Skyhook porque eles pedem um ‘MAC address’ e seu computador não é Mac, é melhor voltar àquele formulário e preenchê-lo direitinho desta vez.</p>
<p><span id="more-1019"></span></p>
<p>A sigla ‘MAC’ (em maiúsculas) nada tem a ver com a Apple; significa ‘Media Access Control’. Um endereço MAC refere-se a um número que individualiza cada placa de rede existente, como se fosse um RG ou CPF. Acredite ou não, embora haja bilhões de placas de rede no mundo todo, não existem duas com o mesmo endereço MAC. Isso é possível porque o formato do número (6 pares hexadecimais) pode armazenar até 281.474.976.710.656 unidades. Isso mesmo: mais de 281 <strong>tri</strong>lhões. Sem falar que há outro formato de endereço MAC, de 8 pares hexadecimais, que permite individualizar mais de 18 quintilhões de itens.</p>
<p>Existem várias maneiras de saber o endereço MAC de um roteador. A mais fácil é olhar embaixo ou atrás dele, onde é comum se encontrar uma etiqueta contendo essa informação. O problema é que, muito provavelmente, esse número <strong>não</strong> servirá para o cadastro na Skyhook. Por que não? Porque a maioria dos roteadores possui não apenas um, mas sim dois ou três endereços MAC, cada um correspondente às conexões com e sem fio que o dispositivo oferece; como o número impresso atrás do roteador costuma ser o da interface <em>com</em> fio, ele não será de nenhuma valia para nosso propósito.</p>
<p>Já que não dá para encontrar fisicamente o número MAC da conexão sem fio do roteador, o jeito é recorrer a um aplicativo. A versão original deste <em>post</em> explicava como obter o endereço por meio de um programinha que rodava no iPhone/iPod. Mas, infelizmente, desde o dia 3 de março de 2010, a Apple proibiu todos os aplicativos que faziam varredura de redes WiFi.</p>
<p>O jeito, então, é recorrer ao computador. Em micros com sistema Mac OS X, dá para saber o número MAC pelo utilitário Visão do Sistema (Apple System Profiler, na versão em inglês). O endereço se encontra na seção <strong>Rede</strong> -&gt; <strong>AirPort</strong>, no campo <strong>Informação da rede atual</strong> -&gt; <strong>BSSID</strong>, conforme se vê na figura abaixo:</p>
<div id="attachment_1164" class="wp-caption aligncenter" style="width: 579px"><img class="size-full wp-image-1164" title="Tela do utilitário Visão do Sistema/Apple System Profiler" src="http://toquesdeipod.com.br/wp-content/uploads/2010/01/wifi_router_ssid1.png" alt="" width="569" height="342" /><p class="wp-caption-text">O campo BSSID contém o número necessário para preencher o cadastro da Skyhook.</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p>Como não uso Windows, não sei se existe um meio de obter essa informação usando aplicativos originais do sistema. E, mesmo que exista, deve estar em lugares diferentes em cada versão da plataforma. Por isso, para não ficar chutando, prefiro sugerir a instalação do <a href="http://www.metageek.net/Products/Inssider" target="_blank">inSSIDer</a>, um programa gratuito que descreve todas as redes sem fio captadas no local:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1165 aligncenter" title="Tela do aplicativo inSSIDer" src="http://toquesdeipod.com.br/wp-content/uploads/2010/01/inssider.png" alt="" width="431" height="352" /></p>
<p>Outra opção, tanto para Mac quanto para Windows, mas válida apenas para usuários mais experientes, é utilizar o próprio programa de configuração do roteador, que normalmente é uma página de Web local, com endereço começando com “192.168...” ou “10.0...” (de uma olhada no manual de instalação). Nesse programa você encontrará os dois ou três endereços MAC do roteador. Na dúvida, cadastre todos na Skyhook. Um deles, com certeza, será o correto; os outros serão simplesmente ignorados.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Pastebot, o melhor programa do mundo</title>
		<link>http://toquesdeipod.com.br/2010/01/22/pastebot-o-melhor-programa-do-mundo/</link>
		<comments>http://toquesdeipod.com.br/2010/01/22/pastebot-o-melhor-programa-do-mundo/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 22 Jan 2010 22:26:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joaocp</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aplicativos]]></category>
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		<category><![CDATA[pastebot]]></category>

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		<description><![CDATA[Resenha do programa Pastebot, um gerenciador de clipboard para iPhone/iPod touch. / We review Pastebot, a clipboard manager for iPhone/iPod touch. (In Portuguese.)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-985 alignleft" style="border: 0pt none; margin-right: 5px;" title="Logotipo do Pastebot" src="http://toquesdeipod.com.br/wp-content/uploads/2010/01/pastebot-logo.png" alt="Logotipo do Pastebot" width="72" height="72" />Tá bom, reconheço que o título deste <em>post</em> é um tremendo exagero. Afinal, todo usuário de iPod touch e iPhone sabe que o melhor aplicativo do mundo é o <a href="http://www.instapaper.com/iphone" target="_blank">Instapaper Pro</a>. Ainda assim, se alguém promovesse um Campeonatinho Mundial de Melhores Programas do Mundo, o “canivete suíço disfarçado de gerenciador de <em>clipboard”</em> <a href="http://tapbots.com/pastebot/" target="_blank">Pastebot</a> não iria se sair mal. Não mesmo.</p>
<p><span id="more-907"></span></p>
<p>Para começar, o aplicativo é lindo. Desde o ícone até os mais básicos elementos da interface gráfica, tudo no programa reflete a busca da perfeição estética. Esse capricho, no entanto, não é nenhuma surpresa: os desenvolvedores são os mesmos dos elogiados <a href="http://tapbots.com/weightbot" target="_blank">Weightbot</a> e <a href="http://tapbots.com/convertbot" target="_blank">Convertbot</a>.</p>
<div id="attachment_927" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-927" title="Convertbot e Weightbot" src="http://toquesdeipod.com.br/wp-content/uploads/2010/01/pastebot-05.png" alt="" width="500" height="284" /><p class="wp-caption-text">Sim, os programas da Tapbots são os Baldwins do universo iPhone.</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p>Mas todos nós sabemos que a beleza, por si só, não constitui um bom aplicativo. Funcionalidade é o que mais conta. E isso o Pastebot tem de sobra.</p>
<p>Na essência, sua principal função é o gerenciamento de <em>clipboard</em> (área de transferência). Traduzindo: <strong>ele lida com tudo que se copia e cola no iPhone/iPod</strong>.</p>
<p>A área de transferência do iPhone/iPod, assim como ocorre em computadores pessoais, só pode armazenar um item de cada vez: sempre que se cola ou corta (Copy/Cut) um objeto, este substitui o anterior. O Pastebot funciona de forma semelhante, mas, em vez de apenas uma “vaga”, ele possui 99 janelas, que podem conter textos ou imagens copiados de outro aplicativo.</p>
<p>O exemplo abaixo mostra quatro dessas janelas: a de cima (a mais recente) contém um <em>link</em> copiado do Safari; a seguinte, o texto de um e-mail <span style="text-decoration: line-through;">interceptado</span> recebido por engano; a terceira e a quarta, uma imagem.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-961" title="Tela de itens no clipboard do Pastebot" src="http://toquesdeipod.com.br/wp-content/uploads/2010/01/pastebot-07.png" alt="Tela de itens no clipboard do Pastebot" width="320" height="480" /></p>
<p>A inserção dos itens nas janelas é automática: basta copiar ou cortar (Copy/Cut) um objeto em qualquer programa e, em seguida, abrir o Pastebot; o objeto copiado passa a ocupar a janela mais alta e os restantes “caem uma posição”. Assim, no exemplo da foto, o novo item passaria a ser o mais alto da pilha, o <em>link</em> “http://toquesdeipod...” seria o segundo, e assim por diante. O limite, como falei, é de 99 janelas; quando esse número for ultrapassado, o último da fila (ou seja, o mais antigo) é removido para dar espaço ao primeiro (o mais recente).</p>
<p>O caminho inverso (copiar um dos objetos do Pastebot e colar em outro programa) também é bem fácil de ser executado: um toque no item desejado, e ele vai para a área de transferência do sistema; em seguida, é só abrir o outro aplicativo e colar (Paste) o objeto. O Pastebot identifica o item ativo com uma luzinha azul em sua janela. No exemplo acima, o primeiro objeto é que está “ligado”, o que significa que esse é o texto que será transferido quando eu usar o comando Colar (Paste) em outro programa.</p>
<p>É importante ressaltar que o limite de 99 janelas é imposto apenas ao <em>clipboard</em> automático do Pastebot. Embora esse número seja até generoso, o programa ainda permite criar infinitas pastas, cada uma contendo infinitos itens:</p>
<div id="attachment_936" class="wp-caption aligncenter" style="width: 330px"><img class="size-full wp-image-936" title="Tela &quot;Dashboard&quot; do Pastebot" src="http://toquesdeipod.com.br/wp-content/uploads/2010/01/pastebot-06.png" alt="Tela &quot;Dashboard&quot; do Pastebot" width="320" height="480" /><p class="wp-caption-text">Não sei exatamente quanto tempo você levará para preencher essas infinitices, mas é bom saber que não há limite para o número de pastas e objetos.</p></div>
<p>O recurso de criação de pastas, citado acima, é de surpreendente utilidade, por possibilitar o armazenamento de fragmentos de textos utilizados com freqüência, como endereços de e-mail, assinaturas e códigos HTML — uma funcionalidade semelhante à oferecida por programas como <a href="http://smileonmymac.com/TextExpander/touch/" target="_blank">TextExpander</a> e <a href="http://ettoresoftware.com/EttoreSoftware/tap.html" target="_blank">TypeIt4Me</a>.</p>
<p><strong>Janelas de edição</strong></p>
<p>Se os recursos do Pastebot parassem por aí, já valeriam os US$ 2,99 da compra. Mas a importação e exportação de itens do <em>clipboard</em> é só a pontinha do <em>iceberg.</em></p>
<p>No programa, tanto os textos quanto as imagens têm sua própria janela de edição. Cada janela fornece informações importantes sobre o item armazenado: as de texto informam o número de caracteres, de palavras e a data em que o item foi inserido no <em>clipboard;</em> as de foto informam o tamanho da imagem em <em>pixels</em> e a data de inserção.</p>
<p>Toda janela pode ter um título, definido pelo próprio usuário. Além da óbvia vantagem de facilitar a identificação, o título é importante para efeitos de pesquisa: o Pastebot possui uma janela de busca que varre todo o conteúdo das janelas, bem como seus títulos.</p>
<p>Agora, você percebeu que eu disse janela de <em>edição?</em> Pois é: dependendo do conteúdo (se texto ou imagem), o Pastebot fornece ferramentas específicas de modificação do objeto.</p>
<p>Nas <strong>janelas de texto</strong> pode-se editar todo o conteúdo via teclado, como num bloco de notas. Além desse recurso básico, o programa permite outras manipulações bem interessantes:</p>
<ul>
<li>Conversão para maiúsculas ou minúsculas</li>
<li>Conversão de aspas curvas para aspas retas, e vice-versa</li>
<li>Busca e substituição (por exemplo: trocar todas as ocorrências de “ipod” por “iPod”</li>
<li>Inserção de prefixos e sufixos em cada linha (por exemplo: aspas no início e fim; ou sinais de maior apenas no início, como os adotados por programas de e-mail)</li>
<li>Tradução de/para entidades HTML (por exemplo: trocar “&amp;” por “&amp;amp;”, ou vice-versa)</li>
<li>Encapsulamento de tags HTML (por exemplo: transformar “Isto é um título” em “&lt;h1&gt;Isto é um título&lt;/h1&gt;”)</li>
</ul>
<p>Como se vê pelos dois últimos exemplos, o Pastebot é um ótimo companheiro para blogueiros que necessitem trabalhar o texto antes de inseri-lo em um programa de <em>blog,</em> como a <a href="http://iphone.wordpress.org" target="_blank">versão para iPhone do WordPress</a>.</p>
<p>As <strong>janelas de edição de imagens </strong>também permitem ações úteis, como rotacionar ou recortar a foto:</p>
<div id="attachment_925" class="wp-caption aligncenter" style="width: 330px"><img class="size-full wp-image-925" title="Tela de edição de imagem, com ferramenta de recorte ativa." src="http://toquesdeipod.com.br/wp-content/uploads/2010/01/pastebot-03.png" alt="Tela de edição de imagem, com ferramenta de recorte ativa." width="320" height="480" /><p class="wp-caption-text">A tela de recorte indica o tamanho final da imagem, em pixels.</p></div>
<p>Além dessas operações, podem-se aplicar filtros que permitem:</p>
<ul>
<li>Ajustes de luminosidade e saturação</li>
<li>Conversão para preto-e-branco ou sépia</li>
<li>Inversão cromática</li>
</ul>
<div id="attachment_928" class="wp-caption aligncenter" style="width: 330px"><img class="size-full wp-image-928" title="Tela de edição de saturação de imagens do Pastebot" src="http://toquesdeipod.com.br/wp-content/uploads/2010/01/pastebot-04.png" alt="" width="320" height="480" /><p class="wp-caption-text">Os filtros de Saturação, Luminosidade e Sépia têm controle deslizante para ajuste da imagem.</p></div>
<p><strong>O recurso matador</strong></p>
<p>Todas essas opções, como se vê, tornam o Pastebot muito mais que um mero gerenciador de <em>clipboard.</em> Mas o que realmente o faz concorrer ao troféu de Melhor Programa do Mundo é a integração com computadores rodando Mac OS X, possível através do complemento gratuito Pastebot Sync.</p>
<p>A operação é encantadora em sua simplicidade: basta manter o Pastebot ligado. Mais nada. Enquanto o aplicativo estiver ativo, todo texto ou imagem copiado no Mac é transferido automaticamente para o iPhone/iPod. Para realizar o caminho inverso, basta pressionar a janela do Pastebot contendo o item que se deseja transferir.</p>
<p>O vídeo abaixo mostra a rapidez e elegância do procedimento:</p>
<div style="text-align: center; margin: .75em 0 .75em 0;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/FK4CzQ9PWmk&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/FK4CzQ9PWmk&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></div>
<p><strong>Pequenos inconvenientes</strong><br />
O Pastebot, como qualquer aplicativo, não é perfeito. Suas deficiências, porém, são poucas, e quase todas decorrentes de limitações impostas pela Apple.</p>
<p>Uma delas é referente a textos com formatação. A Apple não permite que programas de terceiros transfiram ou recebam textos formatados via <em>clipboard.</em> Por isso, quando se copia, digamos, uma página do Safari, perdem-se todos os itálicos, negritos e cores de texto.</p>
<p>A deficiência mais grave, indiscutivelmente, é a impossibilidade de rodar o aplicativo em segundo plano<a name="nota1-ref"></a><a href="#nota1-txt">*</a>. Por causa disso, a transferência de múltiplos itens torna-se tediosa e pouco produtiva, já que é necessário alternar várias vezes entre o Pastebot e o programa fonte/destino.</p>
<p>Pelo menos, há uma esperança no ar. Semana que vem, no dia 27 de janeiro, a Apple promoverá o evento mais aguardado dos últimos tempos. Correm boatos de que, além da aguardadíssima <em>tablet,</em> a empresa anunciará a versão 4.0 do sistema operacional do iPhone/iPod. E um dos rumores aponta para <a href="http://www.boygeniusreport.com/2010/01/19/apple-iphone-os-4-0-features-detailed-also-apple-calling-tablet-the-itablet/" target="_blank">“novas maneiras de rodar programas em segundo plano”</a>. Se isso for mesmo real e se essa novidade puder ser implementada pelo Pastebot, o título deste <em>post</em> deixa de ser um tremendo exagero e passa a ser a mais pura verdade.</p>
<p><a name="nota1-txt"></a><br />
_______________</p>
<p><a title="Voltar para o texto do artigo." href="#nota1-ref">*</a>Rodá-lo em segundo plano usando o programa Backgrounder (em aparelhos desbloqueados) não resolve o problema: o Pastebot só atualiza o <em>clipboard</em> quando é aberto; como o Backgrounder o mantém aberto o tempo todo, a atualização não ocorre. Em outras palavras: ao contrário do que se espera, o Backgrounder torna a operação do Pastebot <em>pior</em> do que é originalmente!<a title="Voltar para o texto do artigo." href="#nota1-ref">↩</a></p>
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		<title>Notifications: alertas push na velocidade da luz</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Jan 2010 23:57:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joaocp</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Conheça Notifications, um notificador push rapidinho para iPhone e iPod touch / A brief analysis of Notifications, a push notifier for iPhone/iPod touch (in Portuguese).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em meu último <em>post</em> comentei sobre os intervalos de chegada das notificações <em>push</em> no iPhone/iPod touch. Como você se lembra, falei das notificações <em>instantâneas</em> e das <em>não tão instantâneas.</em></p>
<p>Mas esqueci de citar uma: a <em>hiper-ultra-super-mega-instantânea.</em></p>
<p>Antes de falarmos dela, assista primeiro ao curto vídeo de demonstração abaixo. Depois a gente continua a conversa.</p>
<div style="text-align: center; margin: .75em 0 .75em 0;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/kUCNNSUnQvM&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/kUCNNSUnQvM&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></div>
<p><span id="more-869"></span></p>
<p>Rapidão, né?</p>
<p>O nome (pouco original) do programa, como você viu no vídeo, é <a href="http://www.appnotifications.com/" target="_blank">Notifications</a>. Ele é menos conhecido mas bem semelhante ao popular aplicativo <a href="http://boxcar.io/" target="_blank">Boxcar</a>. Em termos de recursos, ambos se equivalem, oferecendo alertas para Twitter (contas e buscas), <em>e-mail,</em> Facebook e RSS. Como serviço exclusivo, o Boxcar notifica avisos do Growl (só para Mac); já o Notifications traz como diferencial a possibilidade de o usuário enviar mensagens para si próprio, com horário programado:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-879" title="Tela do aplicativo Notifications" src="http://toquesdeipod.com.br/wp-content/uploads/2010/01/notifications-1.png" alt="" width="320" height="480" /></p>
<p>As diferenças entre os dois programas se resumem a</p>
<ul>
<li><strong>Preço</strong>. O Notifications pode custar mais barato ou mais caro que o Boxcar, dependendo do que você necessita. Uma conta do Notifications permite usar <em>todos</em> os serviços simultaneamente e custa US$ 2,99, com direito a 20 mil notificações (e US$ 0,99 por 10 mil notificações após expirar o lote inicial de 20 mil). O Boxcar cobra US$ 0,99 <em>por serviço</em> (US$ 1,99 por buscas no Twitter), mas o número de alertas é infinito. Os dois programas também são bem diferentes nas ofertas gratuitas: o Boxcar fornece um dos serviços inteiramente grátis; o Notifications oferece 100 créditos para serem gastos em todos os tipos de conta. <strong><em>Em resumo:</em></strong> se você pretende receber apenas um tipo de notificação, o Boxcar é a escolha lógica, por oferecer gratuitamente um serviço à sua escolha; mas, se você quer obter alertas provindos de mais de uma fonte, o jeito é pegar uma calculadora e analisar cuidadosamente os preços e condições.</li>
<li><strong>Velocidade</strong>. Como ficou evidente no vídeo, o Notifications é muito rápido. Absurdamente rápido, eu diria. Suas notificações chegam antes das geradas pelo Boxcar em 99% das vezes (no 1% restante eles empatam). Mas aqui cabe uma ressalva: o Boxcar, embora mais lento, é só alguns <em>segundos</em> mais lento. Por esse motivo, a diferença gritante do desempenho do Notifications não se traduz numa vantagem tão importante na prática.</li>
<li><strong>Interface</strong>. Infelizmente, é aqui que o Notifications arruína tudo que tem de bom. A interface do concorrente Boxcar é amigável e elegante. A do Notifications é bugada, confusa e mal documentada. Na verdade, nem há uma interface nativa: quase todos os ajustes são feitos via Web; o que o aplicativo faz é mostrar a página em que se efetuam as alterações. No fundo, ele é um <a href="http://www.apple.com/webapps/" target="_blank">Aplicativo de Web</a>.</li>
</ul>
<p>Somando prós e contras, o Notifications até que é um bom programa. Não fosse a interface bisonha, eu o recomendaria sem pestanejar. Ainda assim, acho que vale a pena experimentá-lo, mesmo que seja só para gastar os 100 créditos gratuitos impressionando os amigos :-)</p>
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		<title>O que são &quot;Serviços de Localização&quot;</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Jan 2010 01:50:33 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[wireless]]></category>

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		<description><![CDATA[O que são os Serviços de Localização e como fazê-los funcionar no iPod touch / What are Location Services and how to make them work on an iPod touch (in Portuguese).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>(Atenção: se você se interessou neste assunto porque quer usar seu iPod touch como um aparelho GPS, leia antes a nota explicativa no fim deste artigo.)</strong></em></p>
<p>Você, que tem um iPod touch, certamente já deve ter visto uma tela parecida com estas:</p>
<p style="text-align: center;">
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-765" title="Janelas de diálogo de Serviços de Localização." src="http://toquesdeipod.com.br/wp-content/uploads/2010/01/location_services-3.png" alt="" width="286" height="313" /></p>
<p>Se não tem idéia do que se trata mas desconfia que isso tem a ver com a localização geográfica do aparelho, acertou. Agora, se também acha que essas coisas <em>não</em> servem para o iPod touch (afinal, ele não é celular nem possui GPS), errou feio.</p>
<p><span id="more-346"></span></p>
<p>Os “Serviços de Localização”/“Location Services” permitem que um iPhone/iPod touch forneça a posição geográfica do aparelho aos programas que pedirem essa informação. Entre os aplicativos da Apple que solicitam essas coordenadas temos o Mapas, a Bússola e a Câmera. Existem também inúmeros programas de terceiros que se utilizam desse recurso, para as mais diversas finalidades.</p>
<p>Para habilitar a função, é só abrir as preferências do sistema (programa “Ajustes”/“Settings”) e ativar a opção “Serv. Localização”/“Location Services”.</p>
<p>Se o recurso estiver ativo e funcionando, a posição atual do aparelho será denotada nos mapas por um pontinho azul. Caso a determinação do local não seja precisa, haverá um círculo semitransparente ao redor do pontinho, indicando a tolerância de erro da localização:</p>
<div id="attachment_770" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-770" title="Mapas com a posição atual do aparelho" src="http://toquesdeipod.com.br/wp-content/uploads/2010/01/location_services-4.png" alt="" width="500" height="373" /><p class="wp-caption-text">O pontinho azul mostra a localização aproximada do equipamento. O círculo ao seu redor indica a margem de erro; quanto menor o círculo, mais precisa é a determinação do local.</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p>A localização do aparelho é obtida por meio de uma combinação de dados recebidos de satélites GPS, redes de celular e roteadores de WiFi. Com isso em mente, não é difícil concluir que o iPod touch só pode recorrer ao WiFi, já que não conta com acesso a nenhuma das outras redes citadas.</p>
<p>A forma como se determina a posição de um iPod/iPhone via WiFi é bastante engenhosa. Regularmente, motoristas da empresa americana Skyhook percorrem  o território dos Estados Unidos coletando o endereço físico e o número identificador de todos os roteadores de WiFi ativos que encontram no caminho. Esses números são reunidos em um gigantesco banco de dados cujos registros, mais uma série de triangulações, são usados para determinar a posição aproximada (ou até bem precisa) do equipamento.</p>
<p>É desnecessário dizer que, embora a Skyhook tenha feito a varredura de outros países, o Brasil não está entre eles. Por sorte, a empresa permite que usuários do mundo todo insiram manualmente seus roteadores no banco de dados. Para tanto, basta acessar o endereço <a href="http://www.skyhookwireless.com/howitworks/submit_ap.php">http://www.skyhookwireless.com/howitworks/submit_ap.php</a> e preencher os campos relativos ao e-mail, o endereço MAC da placa de rede do roteador e as coordenadas geográficas:</p>
<div id="attachment_780" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-780" title="Formulário de cadastro de roteadores do site Skyhook" src="http://toquesdeipod.com.br/wp-content/uploads/2010/01/skyhook.png" alt="" width="500" height="540" /><p class="wp-caption-text">A maneira mais fácil de obter as coordenadas é utilizar o campo que fica acima do mapa. Digite seu endereço (por exemplo, “Av. Paulista, 1000, São Paulo, SP, Brazil” ou “01310–000 Brazil”) e clique em “Map it!”. Se você quiser, ainda pode fazer um ajuste fino movendo o marcador no próprio mapa; o campo “Latitude, Longitude” é corrigido automaticamente</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p>A efetiva atualização do banco de dados leva em média 15 dias. Assim, passadas duas semanas, experimente ativar os Serviços de Localização de seu aparelho. Para testar, abra o programa Mapas e pressione o ícone do canto inferior esquerdo. Se seu roteador constar do banco de dados da Skyhook, em vez do habitual erro “Não foi possível determinar sua localização” você será brindado com o alfinetinho indicando o lugar onde se encontra.</p>
<p>Como você já deve ter deduzido, o cadastro da Skyhook deverá ser atualizado sempre que se deslocar o roteador do local onde foi registrado anteriormente. Claro que não é necessário fazê-lo numa simples mudança de aposento, mas, se você o transferir para outra residência, é bom recadastrá-lo, para que reflita corretamente sua localização.</p>
<p>Toda essa trabalheira, porém, vale a pena, pois esse recurso permite possibilidades bem interessantes:</p>
<ul>
<li>Clientes de Twitter podem mostrar os tuiteiros próximos de onde você está — ótimo para angariar novos seguidores ou fuçar as postagens daquele vizinho que você nem sabia que tinha conta lá.</li>
<li>Alguns jogos divulgam o placar online organizado por regiões; com isso você pode não ser o campeão mundial de <a href="http://frenzic.com/" target="_blank">Frenzic</a>, mas pode reinar soberano em seu bairro ou cidade.</li>
</ul>
<p>Enfim, seria muito mais simples se, em vez de nos obrigar atualizar a um cadastro e esperar 15 dias pela atualização, o iPod permitisse que se preenchessem manualmente as coordenadas. Como isso dificilmente será implementado no sistema operacional, o jeito é esperar que novos modelos de iPod venham com GPS embutido, o que resolveria de vez o problema.</p>
<p><strong>Atualizado em 10 de janeiro de 2010:</strong></p>
<p>Dois toques que esqueci de incluir no <em>post</em> original:</p>
<ul>
<li>O recurso Serviços de Localização aumenta o consumo de bateria do aparelho; portanto, se você nunca o utiliza ou não o utiliza com muita freqüência, desative-o no painel Ajustes e ative-o só quando for necessário.</li>
<li>A dica de cadastrar o roteador na Skyhook não é útil apenas para usuários de iPod touch; proprietários de iPhone também se beneficiam desse procedimento. Isso porque o iPhone utiliza um sistema chamado GPS Assistido: ele consulta primeiro as conexões WiFi e celular, não só para descobrir os satélites GPS mais próximos como também para fornecer a estes um ponto de partida mais rápido e preciso.</li>
</ul>
<p><strong>Atualizado em 26 de janeiro de 2010:</strong></p>
<p>Para instruções de como obter o endereço MAC, <a href="http://toquesdeipod.com.br/2010/01/26/o-que-e-mac-address/" target="_blank">leia este meu outro <em>post.</em></a></p>
<p><strong>Atualizado em 3 de junho de 2010:</strong></p>
<p>Para evitar confusão e, principalmente, a criação de falsas expectativas, enfatizo que os procedimentos descritos neste <em>post</em> <strong>NÃO</strong> transformam o iPod touch num aparelho de GPS. Diferentemente do iPhone, <strong>o iPod touch NÃO possui um receptor de GPS embutido</strong>, por isso não há como usá-lo efetivamente para esse fim.</p>
<p>A única maneira de fazer com que o iPod touch funcione realmente como aparelho de GPS é acoplá-lo a um módulo externo, como o <a href="http://www.gpscradle.dualav.com/" target="_blank">GPS Cradle</a>, da Dual Electronics, ou o <a href="http://www.tomtom.com/products/product.php?ID=1045&amp;Category=2&amp;Lid=4" target="_blank">Car Kit for iPod touch</a>, da Tom Tom. Ambos são vendidos na loja online americana da Apple.</p>
<p>Concluindo: este <em>post</em> apenas descreve como ativar o recurso Serviços de Localização para que o usuário de um iPod touch informe sua localização <em>estática</em> para um número limitado de aplicações. A localização <em>dinâmica,</em> seja pelo Google Maps, seja por aplicativos de GPS à venda na App Store, sempre exigirá um receptor físico de GPS, item que (até a terceira geração, pelo menos) o iPod touch não possui.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://toquesdeipod.com.br/2010/01/06/o-que-sao-servicos-de-localizacao/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>Conta do Ping!: fácil de criar, fácil de perder</title>
		<link>http://toquesdeipod.com.br/2009/12/21/conta-do-ping-facil-de-criar-facil-de-perder/</link>
		<comments>http://toquesdeipod.com.br/2009/12/21/conta-do-ping-facil-de-criar-facil-de-perder/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 21 Dec 2009 23:51:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joaocp</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aplicativos]]></category>
		<category><![CDATA[ping]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://toquesdeipod.com.br/?p=647</guid>
		<description><![CDATA[Como transferir um nome de usuário do Ping de um iPod/iPhone para outro. / How to transfer a Ping! login name from one iPod/iPhone to another (in Portuguese).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-690" style="border: 0pt none; margin-left: 5px; margin-right: 5px;" title="Ping!" src="http://toquesdeipod.com.br/wp-content/uploads/2009/12/ping-logo1.png" alt="Logotipo do Ping!" width="72" height="72" />Outro dia comentei que a migração do iPod de 8 GB para o de 64 GB tinha sido a mais tranqüila possível, com exceção de um ou outro aplicativo que requereu um cuidado especial com senha ou reativação. Um deles foi o Ping!<a name="nota-ref1"></a><a href="http://toquesdeipod.com.br/2009/12/21/conta-do-ping-facil-de-criar-facil-de-perder/#nota-txt1">*</a></p>
<p><a href="http://www.pingmessaging.com" target="_blank">Ping!</a> é um mensageiro — exclusivo para iPhones e iPods touch — cujas mensagens, enviadas de/para qualquer lugar do mundo, são notificadas instantaneamente via <em>push.</em> É como SMS, mas <em>totalmente gratuito</em>.<a name="nota-ref2"></a><a href="http://toquesdeipod.com.br/2009/12/21/conta-do-ping-facil-de-criar-facil-de-perder/#nota-txt2">**</a></p>
<p><span id="more-647"></span></p>
<p>Parte do sucesso do programa se deve à sua simplicidade. Seu método de cadastramento, por exemplo, beira o absurdo de tão fácil: basta criar um nome de usuário na primeira utilização do programa. Só isso. Nada de e-mail, nome completo, endereço... <em>Nem mesmo senha!</em></p>
<div id="attachment_667" class="wp-caption aligncenter" style="width: 330px"><img class="size-full wp-image-667" title="Tela de criação de contas do Ping!" src="http://toquesdeipod.com.br/wp-content/uploads/2009/12/ping-create_account.png" alt="Tela de criação de contas do Ping!" width="320" height="265" /><p class="wp-caption-text">Para abrir uma conta, é só escolher um nome que não exista na base de usuários.</p></div>
<p>O irônico é que essa bem-vinda simplicidade pode acabar dando trabalho.</p>
<p>Como o Ping! não utiliza senha nem nenhum outro tipo de validação de usuário, <em>a conta fica atrelada ao equipamento em que foi cadastrada.</em> Isso significa que não se pode usar o mesmo <em>login</em> em duas máquinas diferentes:</p>
<div id="attachment_666" class="wp-caption aligncenter" style="width: 286px"><img class="size-full wp-image-666" title="Tela de erro do Ping!" src="http://toquesdeipod.com.br/wp-content/uploads/2009/12/ping-name_already_taken.png" alt="ping-name_already_taken" width="276" height="151" /><p class="wp-caption-text">Se você tentar cadastrar um nome utilizado em outro equipamento, receberá este recadinho.</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p>Gary Fung, o criador do programa, já avisou que uma futura versão permitirá alteração de <em>login.</em> Como solução temporária, ele implementou ao programa o comando ‘Unregister’, que apaga o nome no servidor (o que, na prática, significa que o ID fica liberado para uso em outro equipamento):</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-676" title="Tela de configurações do Ping!" src="http://toquesdeipod.com.br/wp-content/uploads/2009/12/ping-unregister1.png" alt="Tela de configurações do Ping!" width="320" height="171" /></p>
<p>Assim, caso você queira transferir o <em> </em>ID do Ping de um iPod/iPhone para outro, basta desregistrá-lo de um equipamento e registrá-lo no outro.</p>
<p>Desnecessário dizer que, no intervalo entre o “desregistrar” e o “re-registrar”, alguém pode aproveitar para passar a mão em seu Ping! (se é que você me entende). A probabilidade de que isso aconteça, claro, é pequena. Mas, seja como for, é melhor evitar riscos e fazer a transferência de contas o mais rápido possível.</p>
<p>_______________</p>
<p><strong>Atualizado em 22 de dezembro:</strong> Em último caso, pode-se tentar seguir o conselho de Toni Barros. Leiam <a href="http://toquesdeipod.com.br/2009/12/21/conta-do-ping-facil-de-criar-facil-de-perder/comment-page-1/#comment-91">seu comentário</a> abaixo.</p>
<p><a name="nota-txt1"></a><br />
_______________</p>
<p><a title="Voltar para o texto do artigo." href="#nota-ref1">*</a>Aplicativos que têm ponto de exclamação no nome rendem frases bem dramáticas, não é mesmo?<a title="Voltar para o texto do artigo." href="#nota-ref1">↩</a></p>
<p><a name="nota-txt2"></a><br />
<a title="Voltar para o texto do artigo." href="#nota-ref2">**</a>Bom, na verdade, o aplicativo é pago; o envio e o recebimento de mensagens é que são gratuitos. Mesmo assim, vale a pena ressaltar que: <strong>a)</strong> o programa custa apenas US$ 0,99; <strong>b)</strong> freqüentemente há promoções temporárias em que o Ping! é oferecido gratuitamente; e <strong>c)</strong> existe uma versão realmente gratuita, <a href="http://itunes.apple.com/us/app/ping-lite/id313819563?mt=8" target="_blank">Ping! Lite</a>, provida apenas dos recursos básicos (que, diga-se de passagem, são mais que suficientes para 99% dos usuários).<a title="Voltar para o texto do artigo." href="#nota-ref2">↩</a></p>
<p>__________</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Kindle para iPhone agora disponível no Brasil</title>
		<link>http://toquesdeipod.com.br/2009/12/14/kindle-para-iphone-agora-disponivel-no-brasil/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 Dec 2009 16:22:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joaocp</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aplicativos]]></category>
		<category><![CDATA[amazon]]></category>
		<category><![CDATA[e-book]]></category>
		<category><![CDATA[e-reader]]></category>
		<category><![CDATA[kindle]]></category>

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		<description><![CDATA[Para quem curte ler livros no iPhone ou no iPod, a notícia é realmente um presentão de Natal. A Amazon anunciou hoje o lançamento da versão de iPhone/iPod do leitor de e-books Kindle para 60 países, incluindo o Brasil. Anteriormente, usuários brasileiros só podiam obter o aplicativo utilizando uma conta na loja americana do iTunes. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-641" style="border: 0pt none; margin-left: 5px; margin-right: 5px;" title="Kindle para iPhone" src="http://toquesdeipod.com.br/wp-content/uploads/2009/12/kindle-iphone.png" alt="Kindle para iPhone" width="100" height="101" />Para quem curte ler livros no iPhone ou no iPod, a notícia é realmente um presentão de Natal.</p>
<p>A Amazon anunciou hoje o lançamento da <a title="Link para página do Kindle no iTunes" href="http://itunes.apple.com/br/app/kindle-for-iphone/id302584613?mt=8" target="_blank">versão de iPhone/iPod</a> do leitor de <em>e-books</em> Kindle para 60 países, incluindo o Brasil.</p>
<p>Anteriormente, usuários brasileiros só podiam obter o aplicativo utilizando uma conta na loja americana do iTunes. Mesmo assim, o programa somente permitia baixar livros gratuitos, pois a Amazon não aprovava compras feitas com cartões de crédito tupiniquins. A partir de agora, o acervo pago também pode ser adquirido no Brasil.</p>
<p>Com o lançamento do Kindle (o aparelho) para mercados internacionais em outubro deste ano, era mesmo só uma questão de tempo para que o aplicativo de iPhone rompesse as fronteiras dos Estados Unidos.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>É permitido instalar um aplicativo em mais de um iPod/iPhone?</title>
		<link>http://toquesdeipod.com.br/2009/12/13/e-permitido-instalar-um-aplicativo-em-mais-de-um-ipodiphone/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 Dec 2009 00:08:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joaocp</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aplicativos]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema]]></category>
		<category><![CDATA[app store]]></category>
		<category><![CDATA[instalação]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://toquesdeipod.com.br/?p=604</guid>
		<description><![CDATA[Podemos instalar um programa em mais de um iPod ou iPhone? Ou devemos comprar uma cópia para cada aparelho? Aqui, a resposta.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma dúvida que surge assim que a gente adquire um segundo iPod ou iPhone é sobre o que acontece com os aplicativos já comprados. Afinal, os programas podem ser colocados em mais de um aparelho ou valem só para o equipamento em que foi instalado? Ou valem só para o micro? Só para o dono? Para a Apple?</p>
<p>Nenhuma das anteriores.</p>
<p><span id="more-604"></span></p>
<p><strong>Os aplicativos são atrelados à conta da iTunes Store.</strong></p>
<p>Por isso, você pode instalar o programa ou joguinho em quantos iPods e iPhones quiser, desde que forneça o e-mail e senha dessa conta no computador ou no aparelhinho. É o mesmo sistema, aliás, adotado para outros conteúdos vendidos na loja do iTunes, como músicas, filmes, seriados de TV...</p>
<p>Mas aí você vai perguntar: “E como ficam as preferências dos aplicativos? Vou ter de reconfigurar todos novamente?”</p>
<p>Depende.</p>
<p>Quando você instala o iPod ou iPhone pela primeira vez, o iTunes pergunta se você quer configurá-lo como novo ou se quer restaurar o conteúdo de outro aparelho:</p>
<div id="attachment_614" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img src="http://toquesdeipod.com.br/wp-content/uploads/2009/12/ipod_setup.png" alt="É importante avaliar bem os pós e contras de cada opção, para evitar aborrecimentos e surpresas posteriores." title="ipod_setup" width="500" height="195" class="size-full wp-image-614" /><p class="wp-caption-text">É importante avaliar bem os pós e contras de cada opção, para evitar aborrecimentos e surpresas posteriores.</p></div>
<p><strong>Se você disser que é um novo dispositivo</strong>, o iTunes fará somente uma instalação básica e você poderá escolher manualmente quais programas quer transferir para o iPod/iPhone. O problema (ou solução, dependendo do que você pretende) é que os aplicativos serão instalados como novos, ou seja, sem preferências e sem dados. Um joguinho, por exemplo, virá sem os recordes e sem os níveis completados; um editor de texto virá sem os documentos que você editou e sem as configurações que você personalizou, como fonte, tamanho de letra, etc. No fundo, o iTunes tratará cada iPod ou iPhone da mesma forma que um computador trata os diversos usuários da máquina: cada um com suas preferências e dados individualizados.</p>
<p>Por outro lado, <strong>se você optar pela restauração do becape de outro iPod/iPhone</strong>, o iTunes copiará para o novo aparelho todo o conteúdo do antigo, incluindo as preferências e dados dos aplicativos e joguinhos. Isso também pode ser bom ou ruim. O iTunes não diferenciará entre os dois dispositivos, por isso os dados estarão sempre sincronizados, mas os resultados nem sempre serão previsíveis (afinal, dependendo do critério que o iTunes adotar na hora da sincronização, se os dois aparelhos estiverem com dados conflitantes, poderá prevalecer aquele que você não quer.) </p>
<p>Portanto, pense bem em qual opção de instalação escolher, para não se arrepender depois. Em meu caso, instalei o novo iPod escolhendo “Restaurar o becape”, justamente para aproveitar dados e preferências de todos os aplicativos presentes no iPod antigo. Depois disso, formatei o iPod velho usando o comando “Restaurar” do iTunes e, para este aparelho, escolhi “Configurar um novo iPod”. Agora tenho dois iPods totalmente independentes, sendo que o de 64 GB herdou todo o conteúdo do anterior. Para mim, acabou sendo a melhor solução.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Aplicativos gratuitos poderão vender recursos e conteúdo</title>
		<link>http://toquesdeipod.com.br/2009/10/16/aplicativos-gratuitos-poderao-vender-recursos-e-conteudo/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 21:40:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joaocp</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aplicativos]]></category>
		<category><![CDATA[Jogos]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema]]></category>
		<category><![CDATA[app store]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://toquesdeipod.com.br/?p=451</guid>
		<description><![CDATA[Resumo (maior que o original, acredite) da análise de Marco Arment sobre a liberação da venda de conteúdo e recursos adicionais em aplicativos gratuitos de iPhone e iPod touch. / In his blog, Marco Arment comments on "In-App Purchases" for iPhone/iPod touch applications. My post is a summary of his findings. In Portuguese.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem, em e-mail enviado aos desenvolvedores de iPhone, a Apple anunciou que os programas gratuitos da plataforma poderão efetuar a venda de conteúdo e recursos adicionais.</p>
<p>Para quem não sabe, a venda direta a partir do aplicativo, sem que o usuário precise acessar a iTunes App Store, foi uma das novidades da versão 3.0 do iPhone OS (sistema operacional do iPhone e do iPod touch), lançada em junho. Esse recurso permite, por exemplo, que o usuário de um joguinho adquira complementos como níveis, personagens, acessórios e vestimentas, tal qual ocorre nos atuais consoles de <em>videogame.</em></p>
<p><span id="more-451"></span></p>
<p>Até ontem, essa comodidade estava restrita aos programas pagos, mas, a partir de agora, os aplicativos gratuitos também poderão fazer uso do procedimento.</p>
<p>A novidade tem vários aspectos positivos e alguns poucos negativos. Há também algumas questões nebulosas, principalmente no que tange ao <em>ranking</em> de produtos na loja da Apple.</p>
<p>Marco Arment, criador do <a href="http://www.instapaper.com/" target="_blank">Instapaper</a> e principal desenvolvedor do <a href="http://www.tumblr.com/" target="_blank">Tumblr</a>, faz em seu <em>blog</em> uma <a href="http://www.marco.org/214082853">competente análise</a> da notícia. Para quem sabe inglês e tem interesse no assunto, recomendo sem restrições a leitura do original.</p>
<p>Eu, consciente de minha insignificância para comentar o assunto com a mesma propriedade de alguém do porte de Arment, vou me limitar a citar os principais pontos levantados por ele:</p>
<ul>
<li>A medida praticamente extinguirá a necessidade de criar duas versões  (uma gratuita e uma paga) para cada aplicativo. Afinal, basta lançar uma só versão (que Arment apelida de “<em>gratuita+</em>”) com recursos básicos ou patrocinada por anúncios e, mediante pagamento, liberar toda a funcionalidade ou eliminar a propaganda. Arment lembra, porém, que isso não é viável para programas já existentes, pois requeriria que os atuais usuários adquirissem novamente o produto.</li>
</ul>
<ul>
<li>Versões <em>demo</em> com limite de tempo continuam proibidas pela Apple, mesmo sob o novo sistema.</li>
</ul>
<ul>
<li>Criam-se dúvidas quanto à classificação desses aplicativos nos <em>rankings</em> de <em>downloads</em> da loja do iTunes. Afinal, programas do tipo “gratuito+” devem concorrer na categoria ‘Pagos’ ou na ‘Gratuitos’? Arment entende que a inclusão em qualquer dessas categorias será injusta para aplicativos 100% pagos ou 100% gratuitos.</li>
</ul>
<ul>
<li>Um ponto muito bem lembrado é que esse novo modelo acabará com um grande inconveniente do sistema atual: o não-aproveitamento dos dados do usuário. Hoje, quem baixa a versão gratuita, digamos, de um bloco de notas e depois adquire a paga do mesmo programa deve reinserir na versão comprada todas as notas que havia incluído na gratuita. Isso se deve ao fato de que, para o iPhone/iPod touch, trata-se de dois programas diferentes, cada um com seu próprio arquivo de preferências. Já pelo novo modelo, em que existe apenas um aplicativo, todos os dados inseridos durante o período gratuito são preservados após a aquisição de recursos e conteúdos adicionais.</li>
</ul>
<ul>
<li>A conclusão de Arment é de que essa mudança é positiva tanto para os desenvolvedores quanto para os usuários.</li>
</ul>
<p>Diante desse otimimismo, do qual compartilho, minha única ressalva é quanto à possibilidade, aventada no <a href="http://twitter.com/bjango" target="_blank">Twitter</a> pela empresa <a href="http://bjango.com/apps/" target="_blank">Bjango</a>, de que haja um afluxo de avaliações negativas na App Store, emitidas por usuários que se sentirão ludibriados por baixar uma versão gratuita e descobrir que os recursos mais interessantes são liberados somente sob pagamento. Não duvido que isso aconteça, mas não há como antever as implicações de tal fenômeno. Afinal, isso já aconteceu uma vez, sem grandes conseqüências. Foi quando o iPhone OS passou a mostrar a tela de avaliação sempre que o usuário deletava um aplicativo. Convenhamos: na grande maioria das vezes, a pessoa joga fora um programa porque não gostou ou não precisa dele; se o sistema pede uma avaliação justamente nesse momento, é natural que as notas não sejam das mais altas. Se essa distorção nas avaliações, que vem ocorrendo em grande escala há quase um ano, não influenciou significativamente a decisão de compra dos usuários, talvez a potencial tendência de diminuição das notas devido ao novo sistema não o faça também.</p>
<p>Bom, é isso. Como se viu, este <em>post</em> acabou ficando muito maior do que o artigo que me propus a comentar. Se você tivesse ido ao original, já teria terminado há muito tempo. Que isto lhe sirva de incentivo para deixar a preguiça de lado e aprender inglês de uma vez por todas.</p>
]]></content:encoded>
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		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Na cama com o iPod (ou Como controlar a auto-rotação no Safari)</title>
		<link>http://toquesdeipod.com.br/2009/06/17/na-cama-com-o-ipod-ou-como-desligar-a-auto-rotacao-no-safari/</link>
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		<pubDate>Wed, 17 Jun 2009 11:13:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joaocp</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aplicativos]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema]]></category>
		<category><![CDATA[auto-rotação safari]]></category>

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		<description><![CDATA[O auto-rotacionamento de tela do iPod torna-se uma chateação quando se tentar usar o aparelho para ler na cama. Aqui, algumas dicas de como obrigar o aparelho a mostrar as coisas do jeito que _você_ quer. / The auto-rotation "feature" of the iPod can be a nuisance when we want to read in bed. This article explains how to show the iPod who's the boss in this situation.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O inverno chegou. E uma das coisas mais aconchegantes dessa época é levar o iPod para a cama numa noite fria e ficar debaixo dos cobertores acessando a Internet ou lendo um livro entre os vários à disposição.</p>
<p>O problema é conciliar o iPod com a leitura em posição horizontal, visto que o aparelhinho cisma em alternar a orientação automaticamente, deixando-a vertical quando a queremos horizontal, e vice-versa.</p>
<p>A saída para tal problema é uma só: desabilitar a auto-rotação.</p>
<p><span id="more-304"></span></p>
<p>Infelizmente, o sistema operacional iPhone OS ainda não permite o desligamento desse recurso de forma global. Felizmente, vários programadores enxergam os prós e contras do auto-rotacionamento e dão ao usuário de seus aplicativos a possibilidade de desativá-lo ao bel-prazer. Contudo, não há um procedimento padronizado para tal operação, como se vê nos exemplos abaixo:</p>
<div id="attachment_311" class="wp-caption aligncenter" style="width: 294px"><img class="size-full wp-image-311" title="stanza-lock_pref" src="http://toquesdeipod.com.br/wp-content/uploads/2009/06/stanza-lock_pref.png" alt="Painel de preferências do Stanza" width="284" height="426" /><p class="wp-caption-text">Alguns programas — como o leitor offline Instapaper e o leitor de e-books Stanza (foto acima) — incluem a opção em seus respectivos painéis de preferências.</p></div>
<div id="attachment_313" class="wp-caption aligncenter" style="width: 294px"><img class="size-full wp-image-313" title="kindle-lock_icon" src="http://toquesdeipod.com.br/wp-content/uploads/2009/06/kindle-lock_icon.png" alt="Ícone de trava de rotação no Amazon Kindle." width="284" height="426" /><p class="wp-caption-text">Já o leitor de livros Amazon Kindle mostra um ícone durante alguns segundos sempre que o aparelho é rotacionado.</p></div>
<div id="attachment_312" class="wp-caption aligncenter" style="width: 294px"><img class="size-full wp-image-312" title="oceanus-lock_icon" src="http://toquesdeipod.com.br/wp-content/uploads/2009/06/oceanus-lock_icon.png" alt="Trava de rotação do navegador Oceanus." width="284" height="426" /><p class="wp-caption-text">Outros, como o navegador alternativo Oceanus, preferem usar ícones que ficam permanentemente na tela.</p></div>
<p>Mas como evitar o auto-rotacionamento no mais conhecido leitor de textos do iPod, o navegador Safari?</p>
<p>Se você já se perguntou sobre isso e vasculhou o aparelho, constatou que não existe tal opção nas preferências do aplicativo. Botão de trava, também não.</p>
<p>Quer dizer, então, que não há jeito?</p>
<p>Há, sim. Um jeito inusitado e nada intuitivo, mas um jeito. <em>O truque é deixar o iPod de cabeça para baixo</em>, ou seja, com o botão Home apontado para cima! Nessa posição, o Safari mantém a última orientação utilizada.</p>
<p>Faça você mesmo um teste. Abra uma página qualquer no Safari. Depois, vire o iPod de lado para que o navegador mostre a página no modo horizontal. Agora vire-o novamente para a posição vertical, <em>mas com o botão Home voltado para cima.</em> Viu? A janela do Safari permanece no formato horizontal.</p>
<p>O truque causa estranheza por sua obscuridade, mas, depois que você se acostuma, fica se perguntando por que outros programas não o adotam também. E, de fato, são bem poucos os aplicativos que o utilizam. Entre estes estão o navegador alternativo Bolt e o editor de textos do DocsToGo.</p>
<p>Infelizmente, esse artifício só permite travar a orientação horizontal do iPod; páginas verticais ficam simplesmente de cabeça para baixo. Mas isso é o de menos. O importante é que agora você já sabe como fazer para ler suas páginas de Web na cama. Bom divertimento.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Dica de Twitter: o que são &quot;API requests&quot;?</title>
		<link>http://toquesdeipod.com.br/2009/06/11/dica-de-twitter-o-que-sao-api-requests/</link>
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		<pubDate>Fri, 12 Jun 2009 02:58:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joaocp</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aplicativos]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://studio52.com.br/jonst52/?p=62</guid>
		<description><![CDATA[Uma explicação sobre o que são os "API requests" e como os limites do Twitter afetam os hábitos dos usuários, especialmente os que utilizam programas externos para tuitar.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-295 alignleft" style="margin-left:5px;margin-right:5px;" title="Twitter" src="http://toquesdeipod.com.br/wp-content/uploads/2009/06/twitter.png" alt="Twitter" width="131" height="75" />Se você é usuário do Twitter, já deve ter percebido que programas específicos, como Twitterrific, Tweetie ou Nambu, oferecem uma experiência mais prazerosa e produtiva que a obtida pela interface do twitter.com. O que você talvez não saiba é que, apesar das vantagens de usar um aplicativo próprio para Twitter, estes são sujeitos a limitações que, dependendo de seus hábitos, podem lhe trazer muito aborrecimento.</p>
<p>Assim, é bom saber o que são essas limitações, como elas o afetam e quais as maneiras de contorná-las, a fim de aproveitar plenamente o que o Twitter tem a oferecer.</p>
<p><span id="more-62"></span></p>
<p><em><strong>Quais os limites de postagens impostos pelo Twitter?</strong></em></p>
<p>De acordo com a <a href="http://twitter.zendesk.com/forums/10711/entries/15364" target="_blank">página oficial de ajuda</a>, o usuário pode enviar, por dia, até 1.000 tuítes e 1.000 mensagens diretas. Outra imposição do serviço é permitir, no máximo, 150<a name="nota1-ref"></a><a href="#nota1-txt"><sup>1</sup></a> solicitações de API por hora.</p>
<p><em><strong>O que são solicitações de API?</strong></em></p>
<p>De forma bem simplificada, solicitações de API (ou chamadas de API) são quaisquer comandos enviados ao Twitter por programas de terceiros e alguns serviços de Web.</p>
<p>Felizmente, o Twitter não limita todos comandos, mas apenas os de atualização de listas de tuítes, de mensagens diretas e de @citações. Em outras palavras: toda vez que seu programa atualiza as listas de tuítes, de mensagens diretas e de @citações, consome 1 crédito para cada uma dessas listagens. Você tem direito a 150 por hora.</p>
<p><em><strong>Isso significa que, cada vez que meu programa me avisa de mensagens novas, são 3 solicitações de API que morrem?</strong></em></p>
<p>Em teoria, sim. Mas cabe ressaltar que, visando economizar “créditos”, diferentes programas utilizam diferentes métodos de atualizar mensagens. Alguns usam intervalos diferentes para cada tipo de atualização (por exemplo: 2 em 2 minutos para mensagens normais, 5 em 5 para @citações e mensagens diretas). Outros recorrem a intervalos dinâmicos, que aumentam ou diminuem de acordo com o saldo de solicitações remanescente.</p>
<p><em><strong>Essas solicitações de API valem somente para programas externos ou se aplicam também ao </strong></em><strong>site<em> do Twitter?</em></strong><em> </em></p>
<p>Somente para programas e <em>sites</em> de terceiros. O Twitter não considera “solicitações de API” as operações realizadas no twitter.com. Mas o limite de 1.000 tuítes e 1.000 mensagens diretas por dia compreende a soma de envios efetuados por programas externos e pelo <em>site</em> do Twitter.</p>
<p><em><strong>Quais programas e serviços fazem solicitações de API?</strong></em></p>
<p>Só para citar alguns, entre os programas externos mais conhecidos temos o <a href="http://tweetdeck.com/beta/" target="_blank">TweetDeck</a> e <a href="https://destroytwitter.com/">DestroyTwitter</a> (PC/Mac/Linux), <a href="http://www.atebits.com/" target="_blank">Tweetie</a>, <a href="http://twitterrific.com/" target="_blank">Twitterrific</a> e <a href="http://nambu.com/" target="_blank">Nambu</a> (os três para Mac OS X e iPhone/iPod touch) e <a href="http://twitterfon.net/" target="_blank">TwitterFon</a> e <a href="http://www.stone.com/iPhone/Twittelator/" target="_blank">Twittelator</a> (somente para iPhone e iPod touch).</p>
<p>Há vários clientes de Web para acesso alternativo ao Twitter, como o <a href="http://www.twithive.com/" target="_blank">TwitHive</a> (para navegadores “normais”, em micros de mesa e portáteis) e o <a href="http://hahlo.com/" target="_blank">Hahlo</a> (para celulares e dispositivos móveis). Todos consomem a taxa de solicitações de API.</p>
<p>Por fim, há os menos óbvios utilizadores da API: os acessórios de <em>blogs</em> e sites sociais que mostram seus mais recentes tuítes, como o disponível no Facebook.</p>
<p><em><strong>Como contornar essas limitações?</strong></em></p>
<p>Antes de mais nada, é bom lembrar que tais limites só valem para atualizações de listas de mensagens; não valem para outras ações, como envio de mensagens, visita de perfis, buscas. Por isso, se o limite estourou, seu programa não fará atualizações, mas você poderá continuar enviando tuítes e mensagens diretas, entre várias outras ações.</p>
<p>Mesmo assim, uma boa dica é evitar atualizar manualmente a lista de mensagens se o programa já o faz a intervalos regulares.</p>
<p>Outro toque: no computador, procure não usar mais de um programa de Twitter ao mesmo tempo. E, se você estiver tuitando pelo iPhone ou iPod, desligue o programa do computador.</p>
<p>Em último caso (ou melhor, penúltimo, como verá abaixo), dê um descanso de uma hora ao programa externo e utilize a página do twitter.com, que, como expliquei, não consome solicitações de API.</p>
<p>Agora, se você já gastou todos os créditos e faz questão absoluta de usar seu cliente predileto, o jeito é recorrer a um truque sujo, bem sujo: entre na página de configurações do twitter.com e altere sua senha de acesso. Só isso. Por algum motivo, o Twitter zera todas as solicitações de API sempre que a senha é alterada. Assim, basta agora que você mude a senha em seu programa de Twitter (óbvio, senão ele não consegue entrar, já que a senha antiga não funciona mais). Pronto. Você tem 150 solicitações novinhas para gastar por mais uma hora. Agora, se esse trabalho todo compensa, só você é quem vai poder avaliar...</p>
<p><em><strong>Existe alguma maneira de saber a quantas anda meu limite horário de solicitações de API?</strong></em></p>
<p>Alguns aplicativos — como o já citado TweetDeck (tanto a versão de computador quanto a de iPhone/iPod) — mostram ao usuário o valor atualizado do consumo de solicitações.</p>
<p>Mesmo que seu programa favorito não tenha esse recurso, é possível “consultar o saldo” no computador utilizando um programa do tipo Terminal. Basta entrar com o seguinte comando (substituindo as palavras “usuario” e “senha” pelos seus respectivos valores):</p>
<p><code>curl -u usuario:senha http://twitter.com/account/rate_limit_status.xml</code></p>
<p>O resultado será algo parecido com isto:</p>
<p><code>&lt;?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?&gt;<br />
&lt;hash&gt;<br />
&lt;hourly-limit type="integer"&gt;100&lt;/hourly-limit&gt;<br />
&lt;reset-time-in-seconds type="integer"&gt;1244772841&lt;/reset-time-in-seconds&gt;<br />
&lt;reset-time type="datetime"&gt;2009-06-12T02:14:01+00:00&lt;/reset-time&gt;<br />
&lt;remaining-hits type="integer"&gt;73&lt;/remaining-hits&gt;<br />
&lt;/hash&gt;</code></p>
<p>A linha contendo o texto “&lt;remaining-hits type=“integer”&gt;73&lt;/remaining-hits&gt;” é a que mostra o número de solicitações de API disponíveis. Neste exemplo, o valor é 73.</p>
<p>Três observações, porém...</p>
<p>A primeira é que a posição da linha que contém essa informação pode variar; aqui é a última, mas pode ser a primeira, a segunda...</p>
<p>Outra observação é que essa “consulta de saldo” <em>não</em> consome solicitações, portanto você pode realizá-la quantas vezes quiser.</p>
<p>A última é que o método acima só funciona em computadores que possuem o programa Curl. Em sistemas baseados em Unix, como Mac OS X ou Linux, o Curl já vem instalado de fábrica.</p>
<p><em><strong>E se meu sistema for Windows?</strong></em></p>
<p>Dá para utilizar também, contudo é um pouquinho complicado para quem não tem muita intimidade com computador; nem sei se compensa.</p>
<p>Mas não é difícil, não. Basicamente, você precisa apenas baixar o programa Curl, em <a href="http://curl.haxx.se/download.html" target="_blank">http://curl.haxx.se/download.html</a>. Depois de instalá-lo, é só abrir o programa “DOS Prompt” (Comando do DOS) e executar o código citado na resposta acima.</p>
<p>Só não me peça detalhes sobre o processo, pois não uso Windows. A solução, nesse caso, é você chamar aquele vizinho que vai aí toda semana reformatar o disco e reinstalar o sistema. ;)</p>
<p><em><strong>Uma última coisa: percebi que algumas informações que você deu não estão corretas. Posso deixar um comentário corrigindo?</strong></em></p>
<p>Deve. Não sou nenhum especialista no assunto. Portanto, é bem provável que haja uma ou outra asneira neste <em>post.</em> Se você apontar os erros, vou fazer duas coisas, nesta ordem: verificar se o que você falou é verdade e, caso proceda, publicar a correção.</p>
<p><em><strong>Valeu, então. Abraço.</strong></em></p>
<p>Outro.</p>
<p><a name="nota1-txt"></a><br />
_______________</p>
<p><a title="Voltar para o texto do artigo." href="#nota1-ref">1.</a> Na data de publicação deste <em>post</em>, 11 de junho, o limite era de 100 chamadas. O valor passou para 150 no dia 1º de julho, conforme o <a href="http://apiwiki.twitter.com/REST-API-Changelog">changelog da documentação</a> da API. Dica de Alessandro R.C., do <a href="http://www.twitterdatabase.info" target="_blank">Twitter Database</a>. <a title="Voltar para o texto do artigo." href="#nota1-ref">↩</a></p>
<p>_______________</p>
]]></content:encoded>
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