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	<title>Toques de iPod &#187; app store</title>
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	<description>resenhas e dicas para iPod touch (e iPhone também)</description>
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		<title>É permitido instalar um aplicativo em mais de um iPod/iPhone?</title>
		<link>http://toquesdeipod.com.br/2009/12/13/e-permitido-instalar-um-aplicativo-em-mais-de-um-ipodiphone/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 Dec 2009 00:08:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joaocp</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aplicativos]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema]]></category>
		<category><![CDATA[app store]]></category>
		<category><![CDATA[instalação]]></category>

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		<description><![CDATA[Podemos instalar um programa em mais de um iPod ou iPhone? Ou devemos comprar uma cópia para cada aparelho? Aqui, a resposta.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma dúvida que surge assim que a gente adquire um segundo iPod ou iPhone é sobre o que acontece com os aplicativos já comprados. Afinal, os programas podem ser colocados em mais de um aparelho ou valem só para o equipamento em que foi instalado? Ou valem só para o micro? Só para o dono? Para a Apple?</p>
<p>Nenhuma das anteriores.</p>
<p><span id="more-604"></span></p>
<p><strong>Os aplicativos são atrelados à conta da iTunes Store.</strong></p>
<p>Por isso, você pode instalar o programa ou joguinho em quantos iPods e iPhones quiser, desde que forneça o e-mail e senha dessa conta no computador ou no aparelhinho. É o mesmo sistema, aliás, adotado para outros conteúdos vendidos na loja do iTunes, como músicas, filmes, seriados de TV...</p>
<p>Mas aí você vai perguntar: “E como ficam as preferências dos aplicativos? Vou ter de reconfigurar todos novamente?”</p>
<p>Depende.</p>
<p>Quando você instala o iPod ou iPhone pela primeira vez, o iTunes pergunta se você quer configurá-lo como novo ou se quer restaurar o conteúdo de outro aparelho:</p>
<div id="attachment_614" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img src="http://toquesdeipod.com.br/wp-content/uploads/2009/12/ipod_setup.png" alt="É importante avaliar bem os pós e contras de cada opção, para evitar aborrecimentos e surpresas posteriores." title="ipod_setup" width="500" height="195" class="size-full wp-image-614" /><p class="wp-caption-text">É importante avaliar bem os pós e contras de cada opção, para evitar aborrecimentos e surpresas posteriores.</p></div>
<p><strong>Se você disser que é um novo dispositivo</strong>, o iTunes fará somente uma instalação básica e você poderá escolher manualmente quais programas quer transferir para o iPod/iPhone. O problema (ou solução, dependendo do que você pretende) é que os aplicativos serão instalados como novos, ou seja, sem preferências e sem dados. Um joguinho, por exemplo, virá sem os recordes e sem os níveis completados; um editor de texto virá sem os documentos que você editou e sem as configurações que você personalizou, como fonte, tamanho de letra, etc. No fundo, o iTunes tratará cada iPod ou iPhone da mesma forma que um computador trata os diversos usuários da máquina: cada um com suas preferências e dados individualizados.</p>
<p>Por outro lado, <strong>se você optar pela restauração do becape de outro iPod/iPhone</strong>, o iTunes copiará para o novo aparelho todo o conteúdo do antigo, incluindo as preferências e dados dos aplicativos e joguinhos. Isso também pode ser bom ou ruim. O iTunes não diferenciará entre os dois dispositivos, por isso os dados estarão sempre sincronizados, mas os resultados nem sempre serão previsíveis (afinal, dependendo do critério que o iTunes adotar na hora da sincronização, se os dois aparelhos estiverem com dados conflitantes, poderá prevalecer aquele que você não quer.) </p>
<p>Portanto, pense bem em qual opção de instalação escolher, para não se arrepender depois. Em meu caso, instalei o novo iPod escolhendo “Restaurar o becape”, justamente para aproveitar dados e preferências de todos os aplicativos presentes no iPod antigo. Depois disso, formatei o iPod velho usando o comando “Restaurar” do iTunes e, para este aparelho, escolhi “Configurar um novo iPod”. Agora tenho dois iPods totalmente independentes, sendo que o de 64 GB herdou todo o conteúdo do anterior. Para mim, acabou sendo a melhor solução.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Aplicativos gratuitos poderão vender recursos e conteúdo</title>
		<link>http://toquesdeipod.com.br/2009/10/16/aplicativos-gratuitos-poderao-vender-recursos-e-conteudo/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 21:40:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joaocp</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aplicativos]]></category>
		<category><![CDATA[Jogos]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema]]></category>
		<category><![CDATA[app store]]></category>

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		<description><![CDATA[Resumo (maior que o original, acredite) da análise de Marco Arment sobre a liberação da venda de conteúdo e recursos adicionais em aplicativos gratuitos de iPhone e iPod touch. / In his blog, Marco Arment comments on "In-App Purchases" for iPhone/iPod touch applications. My post is a summary of his findings. In Portuguese.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem, em e-mail enviado aos desenvolvedores de iPhone, a Apple anunciou que os programas gratuitos da plataforma poderão efetuar a venda de conteúdo e recursos adicionais.</p>
<p>Para quem não sabe, a venda direta a partir do aplicativo, sem que o usuário precise acessar a iTunes App Store, foi uma das novidades da versão 3.0 do iPhone OS (sistema operacional do iPhone e do iPod touch), lançada em junho. Esse recurso permite, por exemplo, que o usuário de um joguinho adquira complementos como níveis, personagens, acessórios e vestimentas, tal qual ocorre nos atuais consoles de <em>videogame.</em></p>
<p><span id="more-451"></span></p>
<p>Até ontem, essa comodidade estava restrita aos programas pagos, mas, a partir de agora, os aplicativos gratuitos também poderão fazer uso do procedimento.</p>
<p>A novidade tem vários aspectos positivos e alguns poucos negativos. Há também algumas questões nebulosas, principalmente no que tange ao <em>ranking</em> de produtos na loja da Apple.</p>
<p>Marco Arment, criador do <a href="http://www.instapaper.com/" target="_blank">Instapaper</a> e principal desenvolvedor do <a href="http://www.tumblr.com/" target="_blank">Tumblr</a>, faz em seu <em>blog</em> uma <a href="http://www.marco.org/214082853">competente análise</a> da notícia. Para quem sabe inglês e tem interesse no assunto, recomendo sem restrições a leitura do original.</p>
<p>Eu, consciente de minha insignificância para comentar o assunto com a mesma propriedade de alguém do porte de Arment, vou me limitar a citar os principais pontos levantados por ele:</p>
<ul>
<li>A medida praticamente extinguirá a necessidade de criar duas versões  (uma gratuita e uma paga) para cada aplicativo. Afinal, basta lançar uma só versão (que Arment apelida de “<em>gratuita+</em>”) com recursos básicos ou patrocinada por anúncios e, mediante pagamento, liberar toda a funcionalidade ou eliminar a propaganda. Arment lembra, porém, que isso não é viável para programas já existentes, pois requeriria que os atuais usuários adquirissem novamente o produto.</li>
</ul>
<ul>
<li>Versões <em>demo</em> com limite de tempo continuam proibidas pela Apple, mesmo sob o novo sistema.</li>
</ul>
<ul>
<li>Criam-se dúvidas quanto à classificação desses aplicativos nos <em>rankings</em> de <em>downloads</em> da loja do iTunes. Afinal, programas do tipo “gratuito+” devem concorrer na categoria ‘Pagos’ ou na ‘Gratuitos’? Arment entende que a inclusão em qualquer dessas categorias será injusta para aplicativos 100% pagos ou 100% gratuitos.</li>
</ul>
<ul>
<li>Um ponto muito bem lembrado é que esse novo modelo acabará com um grande inconveniente do sistema atual: o não-aproveitamento dos dados do usuário. Hoje, quem baixa a versão gratuita, digamos, de um bloco de notas e depois adquire a paga do mesmo programa deve reinserir na versão comprada todas as notas que havia incluído na gratuita. Isso se deve ao fato de que, para o iPhone/iPod touch, trata-se de dois programas diferentes, cada um com seu próprio arquivo de preferências. Já pelo novo modelo, em que existe apenas um aplicativo, todos os dados inseridos durante o período gratuito são preservados após a aquisição de recursos e conteúdos adicionais.</li>
</ul>
<ul>
<li>A conclusão de Arment é de que essa mudança é positiva tanto para os desenvolvedores quanto para os usuários.</li>
</ul>
<p>Diante desse otimimismo, do qual compartilho, minha única ressalva é quanto à possibilidade, aventada no <a href="http://twitter.com/bjango" target="_blank">Twitter</a> pela empresa <a href="http://bjango.com/apps/" target="_blank">Bjango</a>, de que haja um afluxo de avaliações negativas na App Store, emitidas por usuários que se sentirão ludibriados por baixar uma versão gratuita e descobrir que os recursos mais interessantes são liberados somente sob pagamento. Não duvido que isso aconteça, mas não há como antever as implicações de tal fenômeno. Afinal, isso já aconteceu uma vez, sem grandes conseqüências. Foi quando o iPhone OS passou a mostrar a tela de avaliação sempre que o usuário deletava um aplicativo. Convenhamos: na grande maioria das vezes, a pessoa joga fora um programa porque não gostou ou não precisa dele; se o sistema pede uma avaliação justamente nesse momento, é natural que as notas não sejam das mais altas. Se essa distorção nas avaliações, que vem ocorrendo em grande escala há quase um ano, não influenciou significativamente a decisão de compra dos usuários, talvez a potencial tendência de diminuição das notas devido ao novo sistema não o faça também.</p>
<p>Bom, é isso. Como se viu, este <em>post</em> acabou ficando muito maior do que o artigo que me propus a comentar. Se você tivesse ido ao original, já teria terminado há muito tempo. Que isto lhe sirva de incentivo para deixar a preguiça de lado e aprender inglês de uma vez por todas.</p>
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